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Na caça aos inadimplentes, Eletrobras firma convênio com Serasa

proteção e eficiência energética
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Não-pagamento das contas de energia já soma um rombo de R$215 milhões no orçamento da estatal em Alagoas
A Eletrobras Alagoas continua a fechar o cerco para os clientes inadimplentes. A distribuidora informou nesta sexta-feira (13/1) que firmou um convênio com o Serasa para, a partir de fevereiro, negativar consumidores que atrasarem o pagamento da conta de energia elétrica.
Segundo a estatal, a parceria vai permitir a integração de sistemas, em que dados sobre unidades consumidoras inadimplentes serão automaticamente repassadas para o órgão de restrição ao crédito. Todo o processo, do envio de dados à cobrança e posterior negativação, vai durar, em média, 21 dias.
“Com um rombo de mais de R$215 milhões, em dezembro, nós não temos opção a não ser fechar o cerco aos inadimplentes com todas as ferramentas legais ao nosso alcance. A Eletrobras vende energia e precisa ser remunerada por isso. É hora de acabar com com o mau hábito que alguns consumidores possuem de não pagar as contas de luz", afirmou Almir Pereira, assistente da diretoria comercial da Eletrobras Alagoas.
Paralelamente a esse trabalho, continuam a ser executados os procedimentos de cobrança administrativa, judicial e de corte do fornecimento.
Ter o nome “sujo na praça” implica uma série de consequências, ficando o devedor proibido de tomar dinheiro emprestado ou comprar a prazo, tendo limitações de crédito em bancos, relativas a cheque especial, cartão de crédito e crédito pré-aprovado. Em lojas e supermercados, ficam suspensas as compras com boleto e cheques.
Ao receber uma notificação da Serasa de que está com pagamentos em atraso, o consumidor poderá regularizar o seu crédito a qualquer momento, bastando realizar o pagamento da fatura pendente em casas lotéricas, nas agências da Caixa Econômica Federal e nos agentes arrecadadores credenciados pela Pagfacil e Multibank. Além disso, o cliente pode solicitar ao seu banco o cadastro no débito automático.


Fonte: Jornal da Energia / Da Redação